THE GOOD SOLDIER— THE END

13:46

Capa por Eloanne Cerqueira



Dear “brazilian” soldier,
É impressão minha ou senti um pouco de exibicionismo nessas letras garrafadas? Tenho plena certeza que Glauco está aí agora ajudando-te a ler minhas palavras corretamente. Ora essa! Até parece que você iria me escrever sem nem mesmo um erro. Esse não seria o Thomas que eu conheço!
Sinto cada dia mais a sua falta. Por aqui, não temos conhecimento do que acontece aí na Europa e seus tenentes não me respondem quando os pergunto. Ao menos o seu comandante o qual nos ajuda com o envio das minhas cartas, explica-me uma ou duas coisas, mas nada muito claro. Soube que há campos de escravidão com as pessoas que não apoiaram a causa de Hitler. Isso é verdade? Que horror! Esse homem é um monstro!
Espero que esteja bem e que volte logo. E que traga com você a paz que esse mundo não vê desde 1939. Mande lembranças a Glauco e agradeça a ele por mim, afinal, sem ele, você estaria escrevendo tantos erros que não caberiam em uma página!
PS: Que surpresa é essa que você quer tanto me fazer? Deveria ter me dado ao menos uma pista, ora essa! Agora estou curiosa.



         1945 trouxe a esperança de paz.
         Por todos os cantos do mundo, as notícias que chegavam eram de que Hitler e seus ideais sem fundamento seriam derrubados pelos aliados. Nos países da América, pouco se tinha conhecimento dos campos de concentração nazistas e os que de fato ali aconteciam. O massacre do holocausto, para muitos brasileiros, ficara desconhecido até que os russos libertassem os judeus aprisionados em Auschwitz, nos dias finais da guerra.
         O trabalho da Força Expedicionária Brasileira durante a Segunda Guerra Mundial foi de extrema importância para a concretização da queda do nazismo, mas poucos brasileiros tinham conhecimento do trabalho de seus conterrâneos. Joana era uma desses poucos. Todo mês, no mesmo dia, cartas chegavam em sua residência e não precisava conhece-la muito para saber de quem eram aquelas cartas. A cada novo envelope que chegava endereçado para ela, seu coração se via mais aliviado, pois era uma certeza que de Thomas havia sobrevivido mais um dia nos campos de batalha daquela guerra que para a moça nordestina, não havia sentido algum.
         E a moça não se contentava em apenas saber do que se passava no mundo só pelos relatos de Thomas ou pelo que seu comandante dizia quando ela ia entregar-lhes as cartas. Enquanto suas amigas continuavam a frequentar festas ao lado de soldados americanos, Joana se colocava ao lado do grande rádio da família e tentava, em meio as reclamações do pai, entender os relatos dados pela emissora. Ela desejava o fim daquela guerra com tanto ardor que chegava a contagiar até aqueles que não se importavam com os conflitos.

         Naquele dia a moça saíra com Maria para comprar agulhas e linhas para seus bordados, com o único intuito de conter a ansiedade, pois era dia de entrega das cartas. Apesar de sempre viver um misto de ansiedade e preocupação, as notícias que chegavam até ela eram de que tudo estava terminando, logo, seu coração se tornava mais aliviado. Suas compras foram mais animadas do que Maria imaginou, a menina decidiu comprar mais do que agulhas e linhas, passando horas na loja de tecidos e escolhendo alguns para novos vestidos.
         O ânimo era tanto que parecia ser impossível de desanimá-la.
         Chegaram em casa e, por alguns instantes, a jovem esquecera da importância daquele dia. Correra até o quarto de sua mãe, mostrando a Dona Cecília as preciosidades que haviam encontrado e os modelos que ela tinha em mente para transformá-los em vestidos deslumbrantes. As duas mais velhas riam tanto ao vê-la animada, que nem se deram conta que tinha alguém na porta, chamando pela menina. Seu Antônio atendeu o comandante Linhares, que trazia em seu rosto uma expressão séria e fechada.

(daqui em diante, sugiro que leiam ao som de Piano Concerto No.1 de Chopin)

         O mais velho, receoso do que poderia ser aquela visita, subiu a passos rápidos e pesados até onde as mulheres estavam, avisando a filha de quem a esperava. Joana sentiu o corpo inteiro esfriar e, se não fosse por Maria ao seu lado, poderia até ter caído. Os olhos escuros fitavam o pai com temor e o mais velho apenas demonstrou não saber do que se tratava, mas segurou-lhes a mão. Seu olhar dizia para a moça não se amedrontar antes do tempo, mas sabia que sua filha poderia esperar o pior. As escadas agora pareciam um abismo gigantesco e descera os degraus às pressas, ignorando qualquer coisa que estivesse em seu caminho. Chegou a porta e Linhares encara o envelope nas mãos, com olhar pesado.
         - O que houve? – A voz da moça saiu quase como um sussurro. Maria parou ao lado dela, mas nada fez. – A entrega das cartas só será feita no final do dia. – Linhares respirou fundo.
         - Eu sinto muito. – O envelope que ele trazia nas mãos estava tão branco quanto as nuvens do fim daquela tarde. Ela sabia que aquele não havia vindo direto da Itália, mas sim do Quartel General presente em Parnamirim. Linhares estendeu a mão, mas a garota hesitou em pegá-lo de início. Respirou fundo e a mão esquerda fora quase que em automático, segurando o fino papel nas mãos. O comandante levou a mão direta a testa, em posição de sentido, a moça meneou a cabeça para baixo, ele saiu.
         - Minha menina... – Foram as palavras de Maria, mas Joana não a deixou terminar.
Correndo até o interior da casa, o envelope fora aberto com ignorância, os olhos da moça já apresentavam sinais de choro. Choro que ela temia desde a partida do americano.

Em memória do soldado Thomas Wright,
Que dedicara sua vida aos Estados Unidos da América, e defendeu, ao lado dos soldados brasileiros, a honra do seu país.
Morto em combate durante a batalha de Fornovo di Taro - Itália,
Em 1 de maio de 1945.

Exército Nacional Brasileiro.

         No verso, uma mensagem escrita em caligrafia masculina, sem muito cuidado:

Normalmente, esse tipo de informação deve ser entregue unicamente ao país de origem do soldado, mas você precisava saber. O corpo será enviado diretamente aos pais dele, sinto muito, entretanto não pude fazer nada.
Sinto pela sua perda.

Comandante Alberto Linhares.

         Seu mundo havia caído. A guerra, mais uma vez, mostrara que era ela quem ditava as regras. Parecia que a guerra havia escolhido o momento certo, o momento em que Joana estava confiante o bastante para que seu Thomas voltasse são e salvo para casa. As lágrimas já jorravam dos olhos escuros da nordestina que não sabia explicar o buraco que se abrira em seu coração. Com o pequeno papel nas mãos, a moça ignorou os braços de Maria, as perguntas de sua mãe, o olhar triste do pai. Os pés, agora descalços, rumaram as escadas que agora pareciam uma grande montanha que a impedia de seguir seu caminho.
Aos tropeços, chegou ao cômodo desejado e a porta fora fechada. Ali, sozinha dentro do seu quarto, Joana se permitiu gritar o mais alto que ela pôde e ainda assim, não fora o suficiente para expressar a dor que tomava conta do seu ser. Apoiada na madeira da porta, a moça se permitiu deslizar o corpo até que caísse sentada ao chão, fixando os olhos no pequeno papel que ainda segurava nas mãos. Ela havia se prevenido tanto, dito a si mesma para estar preparada caso isso acontecesse, mas a guerra escolhera o pior momento para lhes dar aquela notícia.
A guerra escolhera o seu deslize de esperança, para tirar-lhes a única coisa que fizera sentido na vida da moça desde que todo aquele caos se iniciara.


Quatro meses depois...

A dor ainda era a mesma.
Faziam dois meses desde a vitória dos aliados sobre Hitler e a pequena Parnamirim, no Rio Grande do Norte, já não vivia mais os seus dias de glória entre os soldados americanos. Em sua maioria, voltaram para os Estados Unidos ou partiram em missão e de lá mesmo seguiram para seu país de origem, seja como um sobrevivente ou com as honras de mortos em batalha.
Joana havia aprendido a lidar com a perda de Thomas, mas era inevitável. Tudo que tinha eram as lembranças, as cartas e uma única foto que tiraram durantes as muitas festas dadas pelo Exército americano em solo brasileiro. Desde o final de abril que Maria evitava falar em cocadas naquela casa e proibira que qualquer vizinho ou amigo da família tocasse no nome do doce perto da menina. Joana achava até engraçada a forma desajeitada que a morena tinha de cuidar dela. Seus pais foram de extremo valor para que ela pudesse lidar com a sua perda, sendo aquela a primeira vez em que a moça perdera alguém próximo – e de tamanha importância na sua vida.
Não podia negar o quanto sentia falta dele. Se os meses em que ele estivera na guerra já lhes eram insuportáveis, agora que o retorno dele era totalmente impossível, ela nem mesmo poderia explicar o quanto doía. Nem mesmo poderia dizer o quanto doía pensar que jamais saberia o que ele queria tanto lhes dizer.

Era fim de tarde de sábado, a moça havia passado horas lendo alguns livros e só se dera conta que o tempo passara, porque Maria apareceu na porta do quarto, avisando que ela tinha visita: Um rapaz desconhecido. Joana estranhou, não era do tipo que tinha amigos homens, ainda mais depois da morte de Thomas. O livro fora deixado sobre a cama e a moça se dirigiu ao rapaz que a esperava, com as mãos nos bolsos, na salinha da frente. De cabelos escuros e pele levemente morena, Joana tinha plena certeza de que nunca o vira em sua vida.
- Posso ajudar em alguma coisa? – A pergunta tirou o rapaz de seus devaneios, que sorriu pequeno ao vê-la e parou um pouco, sem saber direito o que dizer.
- Joana Alcântara, não é? – Perguntou receoso e recebeu um menear positivo em resposta. – A Joana do Thomas.

O coração da moça falhou uma batida. Os olhos se arregalaram e as mãos se fecharam. Ela engoliu em seco.

- Onde você o conheceu? – O receio na voz era tanto que o rapaz pensou que a moça choraria, arrependendo-se da forma como dissera aquilo.
- Nós lutamos juntos, na Itália. Eu sou Glauco, que o ajudara com as cartas. – Os lábios da moça se entreabriram levemente e ela sentiu os olhos lacrimejarem. Glauco encarou o chão e retirou um pequeno envelope do bolso, estendendo-o para a moça. – Ele iria lhe enviar assim que a batalha em  Fornovo di Taro chegasse ao fim, mas morreu no último dia.
A garota encarou o papel gasto nas mãos do outro e por um momento pensou em sair correndo e voltar para o seu quarto. Aquela cena lhes parecia tão absurda, mas ao mesmo tempo tão lógica que fazia sua cabeça latejar levemente. Glauco, notando a tensão que envolvia a menina, tentava pensar em algo que pudesse acalmá-la.

- Eu sei que faz tempo, mas demorei até encontrar você. Não se preocupe, eu não o abri. Nesse dia ele não me deixou corrigir o que havia escrito, disse que você relevaria os erros diante do que ele te diria. Só ele e você saberão o que está escrito aqui. – O sorriso no rosto do outro era encorajador e, após respirar fundo, Joana pegou o papel das mãos de Glauco, segurando-o com firmeza.
- Obrigada, eu não sei como retribuir. – A voz feminina era quase inaudível e o outro se aproximou apenas para tocar-lhe o ombro, afagando-a com cuidado.
- Não há necessidade. Thomas faria o mesmo por mim. – E, sorrindo, pediu permissão para se retirar, deixando uma Joana estática e assustada na sala.

Fazia tanto tempo, não era justo com seu coração mexer naquela ferida. Mas ela precisava saber o que Thomas queria lhes dizer de tão importante. Talvez fosse uma forma de tê-lo novamente. Quando lia todas as cartas que havia recebido, era como se pudesse ouvir sua voz de novo, a risada baixa e tímida, o constrangimento com os pequenos deslizes no novo idioma. As vezes se pegava corrigindo-o ao lê-las. Com um sorriso fraco e melancólico, ela retornou ao seu quarto, avisando a Maria que daria explicações só mais tarde. A morena, que já havia se colocado atrás da porta durante a conversa da moça com Glauco, apenas assentiu.
Sentou-se na cama e encarou o papel por um longo tempo antes de abri-lo. Após respirar fundo e preparar-se para chorar copiosamente mais uma vez, o envelope foi aberto. Gasto, o papel amarelado trazia a caligrafia marcada que ela tanto gostava. Os olhos já lacrimejavam antes mesmo de saber o conteúdo daquela carta. A última carta.

My lovely Joana,
As coisas em  Fornovo di Taro estão indo bem. Perdemos alguns soldados hoje, mas temos ganhado. Glauco não lerá está carta, sinto-me constrangido. Mas eu sei que você não irá se importar, já que gostas de me corrigir. Sobre os campos, é verdade sim. Hitler tem prendido e matado pessoas, pelo que dizem aqui, mas os russos estão a procura desses campos. Muitos dizem que este ano a guerra acabará, então teremos paz logo. Isso significa que não demorará para que eu tenha você novamente. E espero ansioso para tê-la em meus braços de novo.
Well, tenho pensado muito em você. Mas esta não é a surpresa ainda! Tenho pensado em como você tem vontades de conhecer o mundo. So, I was thinking em levá-la para conhecer os lugares que você deseja. Mas para isso e para que o seu pai autorize, eu teria que fazer uma coisa. And I can’t wait anymore. So, I will ask you right now in this letter:

Dear Joana, do you wanna marry me?
I love you so much and I want, with all my heart, call you “my wife”

         - I love you so much, soldier. – As palavras saíram baixas, em meio aos curtos soluços. Lágrimas deslizavam pelas bochechas rosadas e nos lábios, um pequeno sorriso. – and I will always say “yes”.

FIM

Confira os capítulos anteriores nos links abaixo:

Leia Também:

8 comentários

  1. THE END is finally here /o/

    Por mais que quisesse ver como iria findar a história, quando o final chega mesmo fica a sensação de que não deveria ter chegado kkkk pq a vontade era acompanhar Joana e Thomas até sempre, de preferência x]
    Uma daquelas histórias de guerra que a gente lê e vai procurar no google se tem adaptação em minissérie e tals. E esse final? Caara, só dizer que todo mundo deve ter segurado a respiração naquele "A Joana do Thomas", certeza kkkk mas terminou um lindo <3
    Vão deixar saudades os moços, e não dá pra comer cocada sem lembrar deles, só reiterando.
    Aliás, orgulho bem cremoso com ovomaltine por cima é o que define a sensação de te acompanhar na construção dessa história! Seja na ficção em meio aos fatos reais - que realmente deixa a ideia de que a gente pode encontrar o soldado Thomas ou sua amada citados em algum livro de história - ou mesmo na narração combinada com as cartas, a atenção aos detalhes, como os erros de português do moço kkkk enfim, todo o cuidado que resultou nesses cinco capítulos tão gostosos de se ler ^^
    Ah, e ainda com direito à essa linda que é a música de fundo.

    Minha jovem, meus sinceros "WOOHOOOO \o\" e "YOU DID IT LIKE A BOSS /o/" por essa que espero ser a primeira de muitas outras histórias tão bem misturadas à História :D

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. MIGA, depois de um ano, já estava mais que na hora, né? HAUAHUAH
      Viu só? Ninguém mandou ficar me apressando e me mandando fazer logo, agora 'tá aí desolada e sem o OTP cannon pra acompanhar, eu acho bem feito u_u

      Eu tenho pra mim que o pior foi o fato de ele ter pedido o casamento depois de morto (Isso soou tão espírita SADJKLJSAK) porque tipo, se ela tivesse recebido a carta antes da morte, ia doer nela (e na gente), mas não ia ser tanto. Porém receber o pedido depois que já não tem mais jeito, cara.... deve doer pacas :( ALIÁS, queria aqui dizer que doeu pra mim também ~matar~ esse moço lindo e maravilhoso, viu? Fui cruel, mas doeu meu core também.

      LSKDJALKSJLKJ AEEEEE. Obrigada, migs. Eu 'tô toda realizada aqui :') e já fuçando essa área linda que é a história pra inserir os meus filhos amados <3

      Excluir
  2. Adivinha quem tá chorando pela segunda vez no dia por culpa de dona Bolinho?
    Eu não vou te xingar, porque já esperava um final like esse. Mas isso não me impediu de ficar com o coração apertado a cada linha, e a musica de fundo foi muito bem escolhida contribuindo ainda mais para o clima de "ai meu Deus e agora?"
    Tô com Eloh na turma de quem prendeu a respiração na hora do "Joana do Thomas", pq é <3
    Enfim, estou imensamente proud de acompanhar seu crescimento como escritora, tu evolui muito, e TGS é a prova mais óbvia disso. Parabéns por essa belíssima história, e muito sucesso nos próximos projetos <3

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Culpa minha nada, oxi! Eu sou um amor de pessoa, faço ninguém chorar não :B
      Você NEM PODIA me xingar que quando eu ~lancei~ a série, você disse claramente que "Sobre o texto, sou a maluca do contra que espero que o maroto morra no fim só pra dar drama" então eu acho bem feito, mesmo, recebeu o que você queria. Se reclamarem comigo, digo que a culpa foi sua u _ u
      AI QUE LINDA! Obrigada, meu amor <3 Fico feliz que você tenha se orgulhado da minha pessoa e que esse conto tenha te feito mais feliz (apesar de tudo AHUAHH) no dia do seu aniversário <3

      AEEE obrigada, gata! De verdade! ♥♥

      Excluir
  3. THIARLLEY!!! Depois de muito tempo prometendo finalmente eu li uma fanfic sua e olha eu tô muito arrependida por não ter lido antes. Amei sua escrita e sua história é maravilhosa (apesar desse final) mas eu meio que já sabia que ia terminar de alguma forma triste. :(( Enfim, te desejo todo o sucesso do mundo nos seus próximos projetos porque você merece muito. ♥♥♥♥♥♥

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. LET! ♥♥♥ Que coisa mais linda ver a senhora por aqui, ai meu Deus! Fico muito feliz que tenha gostado e olha, vê se aparece por aqui mais vezes, então, gata! 8D HAUAHUAH Ai que linda, muito obrigada. :') ♥♥ E é a primeira pessoa que já esperava esse final e mesmo assim não quis me matar, vem cá, me abraça. HAHAH ♥♥♥♥

      Excluir
  4. Eu tô chorando horrores, socorro. Eu nem sei o que dizer. A história é curta e INTENSA, me fez rir e sofrer, sua escrita é MARAVILHOSA e eu queria muito que a história continuasse para sempre! <3 Quem me indicou foi a Eloanne e nossa, uma das melhores indicações que eu já recebi nos últimos meses! Parabéns mesmo e obrigada por compartilhar essa coisa linda com a gente! <3 (meu coração tá em pedacinhos por causa do Thomas)

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. OI, AMANDA! Obrigada por ter lido The Good Soldier. ♥ São tantos elogios no seu comentário que eu nem sei como reagir, ai meu Deus! HAUHAUH Muito obrigada MESMO, fico imensamente feliz de saber que você gostou, acho que o que mais me deixa feliz é saber que deixou esse gostinho de quero mais para você.
      Eu que agradeço por você ter lido e, acima de tudo, ter gostado! ♥ Volte mais vezes, hihihi HAHAAHAUH (não te culpo, eu reli esses dias e chorei feito uma criança)

      Excluir

ATENÇÃO:

O conteúdo aqui postado é de responsabilidade de seus respectivos autores e fica proibida a reprodução de qualquer publicação sem o consentimento dos mesmos e/ou sem os devidos créditos, sendo considerado PLÁGIO.

ARQUIVO