FIRST LOVE— II

13:22




Às vezes fico tão curioso sobre você, sobre o que você se tornou.
Às vezes penso em você, sinto tanto a sua falta.
O que estaria fazendo agora?
Primeiro amor, meu amor inesquecível,
Eu sou o único que ainda se lembra? Chamar-te-ei desesperadamente,
Até que eu possa te encontrar e te ter novamente.
Pra sempre.
Baseado em First Love –  After School.

                 
II.
Pensar na possibilidade de encontra-la foi inevitável. Depois daquela conversa com sua mãe, Henry permaneceu um pouco mais no porão, como se ali pudesse obter as respostas para as inúmeras perguntas que lhe surgiram em menos de cinco minutos assim que se lembrou da existência de Hyerin. Também não era como se pudesse se culpar por esquecê-la nesse tempo, tinham só seis anos, afinal. Levantou-se dali ainda com os olhos fixos no papel em suas mãos e um sorriso bobo nos lábios por conta das grandes bochechas desenhadas nele mesmo e na garota. O resto do dia se seguiu normalmente, largado na cama vendo qualquer seriado na TV, comendo os deliciosos cookies de sua mãe e pensando seriamente em se matricular em alguma academia.
Acabou pegando num sono extremamente pesado, mas a garota não rondou os pensamentos de Henry. O pobre estava tão preocupado com a entrega de notas que teria no dia seguinte, que as únicas coisas que povoaram sua mente foram cálculos e mais cálculos. Acordou atordoado, ouvindo sua mãe gritar das escadas que o jantar estava pronto. Passou pelo banheiro, lavando o rosto na tentativa inútil de tirar a cara de sono e então desceu sem muito ânimo. Desde a viagem de Whitney que os jantares só a três eram tediosos. Detestava sua irmã com todas as forças, mas não poderia negar o quão divertida ela era.
- Que cara é essa, meu filho? – Perguntou Sra. Lau preocupada com a expressão assustada do rapaz.
- Pesadelos com as notas, como sempre. – Bagunçou o cabelo e se sentou a mesa, recebendo um olhar divertido do pai.
- Achei que sonharia com a garotinha do jardim. – Disse Sr. Lau, sorrindo maroto. A esposa o olhou e negou com a cabeça. Henry olhou de um pra outro e suspirou.
- Fala sério. – Deu de ombros e pegou a tigela de carne para se servir. Os pais riram.
- Eu concordo com a sua mãe, deveria procura-la. Você é bom nessas coisas de internet, a encontraria rápido. – Usou do garfo para apontar o filho.
- E falar o quê? “Oi, nós éramos o casal 20 do jardim, e aí quer sair comigo?” – Os encarou com uma expressão séria. Ambos riram novamente.
- Não dissemos que deveria convidá-la pra sair, só... procurá-la. Estava pensando nisso, filho? – Foi a vez de Sra. Lau alfinetar, recebendo um suspiro de Henry como resposta.
- São nessas horas que eu sinto falta da Whitney e toda a atenção que ela recebia. – Deu de ombros novamente, recebendo mais risos dos mais velhos.
O jantar se seguiu insuportavelmente. Henry deu graças a Deus assim que terminou de comer e pôde subir, se livrando dos seus pais e questionamentos. Não era mentira que pensara nela por um tempo, mas eles estavam exagerando. Voltou ao quarto e se sentou em frente ao computador, de braços cruzados. Encarava a tela, agora desligada, com os olhos semicerrados e então suspirou abaixando a cabeça. Que tipo de loucura era essa? Sequer sabia como ela estava agora, poderiam ter se encontrado no ônibus ou até mesmo na faculdade e não ter percebido. Ela poderia ter mudado, ser estranha, ter namorado ou até mesmo ser lésbica. Ele não podia criar tanta expectativa assim por um simples desenho e uma lembrança fofa. Um novo suspiro e o garoto foi até a cama, largando-se sobre ela e procurando o aparelho celular que estava escondido em meio as cobertas. Apertou o número 5 da discagem rápida, ligando para o número de “fdp” em seus contatos.
- Que é? Espero que seja importante, tô no meio de uma batalha no WoW. – Era Peter, seu amigo mais próximo desde o Jardim. Sim, o garoto que ele chutou o joelho para defender Hyerin.
- Sai desse vício, nerd. – Rolou os olhos e recebeu uma risada como resposta. – Coloca no viva voz, a parada é séria.
- Ih, quem morreu? – Alguns segundos de silêncio depois. – Pronto, fala. Que foi?
- Cara, você se lembra de alguma Hyerin que estudou com a gente no jardim? Eu até briguei contigo pra defendê-la. – Disse em uma seriedade incrível, Peter riu alto. Bem alto mesmo.
- Essa era parada séria? Você tá procurando sua namoradinha do jardim, cara? A seca tá assim nesse nível? Nem eu que passo o fim de semana no WoW, hein. – A risada do amigo ainda era alta e Henry se irritou, fora preciso sentar-se na cama para que pudesse se expressar.
- Não ‘tô procurando minha namoradinha do jardim. – Grande mentira e ele sabia. A mão livre coçou a nuca. – Só lembrei dela e fiquei curioso. Ela simplesmente sumiu.
- É claro que ela sumiu, os pais dela se mudaram para o outro lado da cidade. Você mesmo descobriu isso quando a gente estava na primeira série. Tá com Alzheimer, cara? – Peter negou com a cabeça, mesmo que Henry não pudesse ver. Aquela altura já tinha perdido a batalha – e ficado irritado –, então decidiu deslogar e dar atenção ao problema do amigo.
- Eu descobri? Tem certeza? E por que diabos eu não me lembrava disso? – A expressão era confusa, tudo era muito confuso.
- Porque você é burro, mas isso você já sabe. – Deu de ombros, Henry o xingou. – Você falava nela até a primeira série, depois acho que superou e esqueceu.
- Até minha mãe desenterrar um desenho do porão e me deixar curioso de novo.
- Tá a fim dela de novo? A gente nem sabe como ela tá agora, cara. Sai dessa vida e vai numa balada conhecer gente nova. – A mão livre de Peter estava na testa, como se lastimasse essa obsessão do amigo.
- Eu não sei cara, eu não sei. – Suspirou novamente, bagunçando o cabelo. – Só queria saber como ela está agora, sei lá.
- Tu tá ferrado, só isso.
- Mas e aquela professora do jardim, será que ela pode me ajudar? – Cortou o assunto, afinal, ele já sabia que estava ferrado.
- Eu sei lá, ela deve tá velha, pode ter esquecido. Mas tenta, né. Se tá assim disposto. – Deu de ombros, sabia que não era de muita ajuda. – Agora lembrei que você me chutou duas vezes por causa dessa menina aí. Vai ter volta.
- Vai jogar teu WoW vai, nerd inútil. – Henry riu e então desligou o aparelho, assim, na cara do amigo mesmo. Peter só percebeu que fala sozinho um bom tempo depois, e mandou uma mensagem para o amigo, xingando-o.
         Não entendia exatamente como conseguiu esquecer daquilo de maneira tão profunda, mas como da primeira vez, bastou conversar com Peter para se lembrar. Annie e sua mãe continuaram amigas, e em uma conversa por telefone a Sra. Lau citou Hyerin. Annie então lhes disse que o pai da garota fora promovido a gerência onde trabalhava e fora preciso que se mudasse para mais próximo da fábrica, a fim de acompanhar a produção de perto. Casa e móveis dados pelo emprego, não tinha como recusar. Voltou a deitar, encarando o teto com atenção enquanto brincava com o celular nas mãos. O que mais ele precisaria se lembrar?

         Os pequenos olhos da garota estavam encharcados, demonstrando o quanto ela já havia chorado e a quantidade de lágrimas que ainda estavam por vir. Sua mãozinha segurava a de Henry que no momento se encontrava no mesmo estado choroso que a garota, mas tentava inutilmente se manter mais forte, afinal, ele era o homem daquela relação, precisava confortá-la para que ela soubesse que tudo acabaria bem como seu pai tinha lhe dito.
         - Para de chorar, Hyerin. – O bico nos lábios do pequeno Henry era tão grande que cortaria o coração de qualquer adulto que os visse ali. Entretanto, a movimentação do recreio era tanta que passavam despercebidos aos olhos da gente grande.
         - Mas eu nunca mais vou te ver. – Choramingou ela, Henry apertou sua mão com força.
         - Isso não é verdade, minha mãe disse que vai me levar na sua casa todo fim de semana. – Era mentira e ele sabia que mentir era feio. Mas a única coisa que ele queria era vê-la parar de chorar.
         - Mas é longe. – Suspirou e formou um bico tão grande quanto o dele.
         - Mamãe tem carro. – Curvou os lábios em um sorriso forçado que conseguiu fazê-la sorrir, mesmo que pequeno.
         - Henry... – Fungou e ajeitou-se na cadeirinha, virando-se para ele. – Minha mãe disse que quando a gente gosta assim de um amiguinho que nem eu gosto de você, o nome disso é amor. – A cabeça pendeu para o lado. – Você me ama?
         O garotinho parecia ainda mais atento do que de costume enquanto a olhava. Com a pergunta, encarou os próprios pés que balançavam freneticamente, já que não era do tamanho da cadeirinha e não conseguia tocar o chão. A mão livre foi ao queixo, demonstrando que pensava sobre a pergunta, para logo depois se virar para ela com um sorriso largo e bobo que só uma criança apaixonada teria.
         - Meu pai disse que quando um homem grande que nem eu gosta de uma menina bonita que nem você... – Ajeitou a coluna para ter uma boa postura, afinal ele era um homem crescido, já tinha seis anos. – Esse homem grande tem que cuidar dela todas as vezes que ela chorar. – Hyerin sorriu. – E ele disse também que se eu não consigo esperar até o outro dia pra ver você na escola, é porque eu amo você. – A mãozinha soltou sua semelhante para abraçar a garota de lado. Hyerin sorriu largo, beijando a farta bochecha de Henry que estava próxima, ele sentiu cócegas e riu.
         - Então eu vou parar de chorar. Porque se você me ama, mesmo eu láááá longe, você ainda vai estar comigo, né? Mamãe disse que a gente guarda as pessoas que a gente gosta no coração. – A mão livre da garota foi ao peito, sentindo o próprio coraçãozinho bater forte.
         - Aham. E você vai ficar comigo bem aqui, ó. – Apontou o peito e ela sorriu. Já não tinha mais lágrimas a caminho, não era necessário depois do que acabara de ouvir.

         Henry sorriu. Aquela lembrança lhe surgiu com resposta para uma das milhões de perguntas que lhe surgiram ao encontrar aquele desenho. Talvez o que sentia por ela nunca tivesse desaparecido, só adormecido. O destino não tinha sido nada favorável para com eles dois e talvez fosse essa razão de ainda se importar por ela e como estaria agora. Se estivessem crescido juntos, talvez tivessem brigado ou todas essas coisas comuns entre crianças. Então talvez, o destino tinha sido mais favorável do que o próprio tinha pensado. Encontrá-la seria um desafio, é claro, e ele sabia de todas as possibilidades boas e ruins desse desafio. E estava decidido a encarar todos eles, só para ver aquele sorriso que tanto gostava quando era criança. Tinha plena certeza que não havia mudado praticamente nada e que mesmo depois de dezesseis anos, ela ainda seria Hyerin Oh que reclamava de quem falasse de suas bochechas. E ao pensar nas inúmeras formas pra isso, adormeceu mais uma vez.

         Acordou bem mais cedo do que imaginava e sem o uso do despertador o que era totalmente estranho se tratando dele. Arrumou-se com tempo para a aula – que nem era uma das melhores – e sequer sabia porquê, só tinha um bom pressentimento para aquele dia. Aliás, seguiria o conselho de sua mãe e tentaria encontra-la, só não sabia por onde começar. Calça jeans lavada, camiseta preta e camisa xadrez fora sua escolha para aquele dia. O bom e velho par de all star estava em seus pés e o cabelo tinha sido bem penteado e cuidado. Seus colegas de classe levariam um susto ao vê-lo tão bem vestido. Desceu as escadas rapidamente com a mochila em mãos, jogando-a sobre o sofá enquanto ia em direção à cozinha e pela primeira vez não encontrou a mesa pronta. Sua mãe ainda arrumava a refeição mais importante do dia e arregalou os olhos ao vê-lo tão lindo e disposto àquela hora da manhã.
         - Bom dia filho, pulou da cama hoje? – Sorriu ela ao colocar fatias de bolo de chocolate sobre a mesa, indo na direção dele e beijando sua bochecha.
         - Pois é, milagres acontecem. – Sorriu com o carinho, limpando as mãos na calça, por mais que não estivessem sujas. – A senhora quer ajuda?
         - Claro! Pegue as jarras de suco na geladeira, por favor. – Apontou com a cabeça e o rapaz assentiu, retirando dois grandes vasos cheios de suco.
         - A senhora precisa parar de fazer comida pra cinco, mãe. Somos só três por enquanto. – Advertiu ele e sua mãe soltou um muxoxo.
         - Ainda não me acostumei. – Colocou o queijo também na mesa e ao vê-lo com as mãos livres, foi em sua direção novamente, abraçando. – Se sobrar muita coisa você leva pra aula.
         - Eu tô na faculdade mãe, não no jardim. – Rolou os olhos, passando os braços ao redor do corpo da mulher e beijando o topo de sua cabeça. – E falando nisso, eu preciso da sua ajuda. – Pediu envergonhado e Sra. Lau sorriu largo.
         - Envolve a Hyerin, não é? – Mordeu o próprio inferior para conter o sorriso de satisfação.
         - Então... mais ou menos. – A soltou e então coçou a nuca, sua mãe saltitava por dentro. Ele estava nervoso e tímido. – Preciso do telefone de Sra. Catherwood para perguntar umas coisas...
         - Primeira gaveta da estante da sala, só procurar. – Piscou e riu. – Aproveita enquanto o seu pai não está aqui para te irritar.
         O garoto riu baixo e seguiu as pressas até a sala, abrindo a gaveta com tanta vontade que quase a tirou dali. Inúmeros papéis e agendas foram encontrados e suspirou leve. Talvez não fosse tão fácil. Retirou tudo dali e espalhou sobre a mesinha de centro, sentando no chão mesmo e iniciando o trabalho. Por sorte o nome da professora era com a primeira letra e sua mãe não guardava os números pelo sobrenome das pessoas. Sendo assim, três agendas depois e ele havia encontrado. Sorriu largo e pegou o telefone, voltando a se sentar no chão enquanto aguardava que ela o atendesse. Estava cedo – até demais –, mas ela era uma dona de casa, todas elas acordam cedo, não?
         - Alô? – Disse a voz doce que ele se lembrava, tendo leves marcas da idade em seu tom.
         - Senhora Annie Catherwood? – Perguntou mordendo o inferior nervoso.
         - Sim, é ela. Não é daqueles cartões de crédito, é? – O tom de voz ainda era ameno, mas receoso. Henry riu.
         - Não, não. – Suspirou. – Eu sou um ex-aluno seu, me chamo Henry Lau. Não sei irá se lembrar de mim, mas...
         - Se tivesse me chamado de Tia Annie eu teria deduzido antes. – Ela riu e o garoto se sentiu aliviado. – Claro que me lembro de você! O garotinho mais sapeca e adorável que eu tive. Tenho desenhos seus até hoje.
         - Não brinca?! – A boca se abriu o mínimo, estava realmente espantado. – Tenho fotos com a senhora também.
         - Mas creio que não me ligou para falar disso, não é? – Falava no mesmo tom que Sra. Lau usara quando falou de Hyerin. O quê, era um complô agora? – O que devo a honra de sua ligação, Henry Lau?
         - Bom... – Suspirou e coçou a nuca novamente, por que parecia tão bobo? – Minha mãe disse que a senhora ainda tem contato com a família Oh, então eu pensei que... – Mais um suspiro. – Pode parecer bobo, mas queria retomar contato com a Hyerin. – O silêncio do outro lado da linha era torturante. Estava esperando uma risada ou algum tipo de brincadeira, afinal, ela não seria a primeira e nem a última.
         - Esse dia chegou mais tarde do que eu imaginei, sabia? – Não podia vê-la, mas sabia que o sorriso em seu rosto era o mesmo que o de sua mãe há poucos minutos atrás. – Ela estuda fotografia em Crawford University. Se não me engano, está no quinto período.
         - Eu também estudo lá. Faço Engenharia Aeronáutica. – Não que ela tivesse perguntado, mas sentiu vontade de dizer, Annie riu.
         - Então o pequeno astronauta conseguiu mesmo o que queria. – Sorriu ela ao se lembrar das artes do pequeno Henry e suas naves de brinquedo, ele riu.
         - Ainda vou chegar lá. – Coçou a nuca, agora tímido.
         - Encontre-a, não vai ser tão difícil. Afinal, ela está mais perto do que imagina.
         - Obrigado, Tia Annie. – Não tinha como chama-la de outra maneira, no fim das contas.
         - Não há de quê, meu filho. Agora desligue antes que se atrase para aula. – Professoras sempre professoras. Henry riu e se despediu, desligando o aparelho e levantando dali. Sequer arrumou a bagunça e então voltou à cozinha, sorrindo largo.
         - E aí, conseguiu algo? – Era sua mãe, tão ansiosa quanto ele.

         - Ela está em Crawford, mãe. – Piscou e sua mãe riu. 

(Continua...)

Leia Também:

4 comentários

  1. Sabe quando vc faz menções desnecessárias à estatura alheia? Pois, tenho que mencionar sua gordice, pq a pessoa já tem cara de bolinho, tem cupcake no nome, e ainda vem a Sra Lau com cookies.. e lembre q a Páscoa tá vindo aí, essa linda s2
    Oh o fofo do bochechas kid outra vez, agora já um homem crescido de seis anos.
    Bem legal o seu jeito de dar vida à todos eles. As crianças não ficaram chatas, os mais velhos não ficam estereotipados.. e o romance.. sim cara, gostei que ele não ficou forçado ou obsessivo. Tudo bem que Peter acha ser obsessão do amigo, mas é só uma curiosidade movida por sentimentos que o subconsciente ainda guarda.. normal, sem exagero.
    Bem legal também o quê de paranoia do Henry, sobre ela poder ser lésbica..rs
    Aaah sim, Peter Jhones /o/ ..Melhor ainda agora que ele já tem uma voz e um rosto x]

    Também temos que elogiar o time de shippers, com um *clap* *clap* plus *clap* pra a mãe dele, pq nada iria acontecer sem ela.

    Neext o/

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olha, querida, você me deixa com meu amor por coisas doces, ok? Sra. Lau é a rainha dos doces igual a mim, não podia deixar de colocar isso HUAHUAHA
      Fico feliz que consegui te trazer pro lado romance, dona moça, e fico feliz ainda que você, a que era 0 romances, tenha gostado dos personagens. Eu confesso que fui apenas escrevendo conforme as cenas apareciam na minha cabeça, nenhum dos personagens foi planejado para ter personalidade x ou y. Peter, principalmente, que acabou ganhando todo um fanclub HUAHAUAH

      SENHORA LAU É UMA RAINHA, RAPAZ, ME DÁ LICENÇA

      Excluir
  2. Estou aqui cruzando os dedinhos para eles se encontrarem logo! E não posso deixar de comentar que adorei a parte da lembrança do Henry, foi muito fofinho. <3

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A maior fã de First Love que você respeita! HUAHAUH O Henry criança é uma gostosura, num é? Af, eu amo demais! <3

      Excluir

ATENÇÃO:

O conteúdo aqui postado é de responsabilidade de seus respectivos autores e fica proibida a reprodução de qualquer publicação sem o consentimento dos mesmos e/ou sem os devidos créditos, sendo considerado PLÁGIO.

ARQUIVO